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Postado em 22 de Novembro de 2014 às 10h34

Os caminhos da construção civil rumo ao desenvolvimento sustentável

Imóveis (29)
  • Firme Negócios Imobiliários -

Aquecimento solar e a gás, reuso de água da chuva e isolamento termo-acústico são realidade nos empreendimentos
Em consonância com a tendência mundial, o setor da construção civil se direciona, cada vez mais, para um desenvolvimento sustentável. A partir do uso de fontes de energia alternativas, além da adoção de materiais recicláveis e soluções inteligentes, construtoras e incorporadoras conseguem reduzir o impacto de edificações.

“A preocupação ambiental é um grande benefício para a construção”, garante Jader Teitelbaum, diretor da construtora Joal Teitelbaum. Mais ainda, o fator influencia os consumidores, mesmo inseridos no segmento de alto padrão, na hora da compra.

“As características sustentáveis, em curto espaço de tempo, passarão a ser obrigatórias”, acredita. “Ninguém mais aceitará que se jogue fora água que pode ser reaproveitada em vasos sanitários ou em jardins e nem que a conta de luz seja alta porque não há isolamento térmico em paredes e vidros”, complementa.

O Atlântida Green Square – empreendimento da construtora que está sendo erguido na praia de Atlântida –, por exemplo, segue as diretrizes para a certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) do United States Green Building Council. Dentre os recursos sustentáveis incluídos no projeto, estão aquecimento solar e a gás, reuso de água da chuva para paisagismo, vidros duplos nos dormitórios, fachadas externas com painéis de concreto arquitetônico pré-moldados com isolamento termo-acústico, entre outros.

Segundo Teitelbaum, a implementação de conceitos sustentáveis em empreendimentos pode representar um acréscimo de 3% a 7% no valor final dos imóveis – no caso da Joal, a incidência média é de 3,5% sobre o preço de custo da unidade.

O retorno do investimento, contudo, fica claro à medida que se usa o imóvel: a conta de gás é reduzida, já que o prédio pode contar com pré-aquecimento solar; o consumo de luz também diminui se houver isolamento térmico e, portanto, menos uso de ar-condicionado; a taxa de condomínio se reduz, uma vez que equipamentos podem reaproveitar elementos naturais para os consumos das áreas comuns; e assim por diante.

Fonte: Revista Pense Imóveis

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